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Até onde a tecnologia deve ir na definição do que é justo dentro das empresas?

  • Foto do escritor: Lorenzo  Ellera
    Lorenzo Ellera
  • 22 de out. de 2025
  • 1 min de leitura

A expansão de sistemas digitais de monitoramento no ambiente de trabalho traz ganhos de eficiência, mas também desperta preocupações sérias.




Algoritmos que avaliam desempenho, produtividade ou até o comportamento do trabalhador podem parecer neutros, mas escondem riscos: falta de transparência, vieses invisíveis e decisões automáticas sem espaço para diálogo.

Quando a vigilância substitui a confiança, a relação de trabalho se fragiliza.


O desafio do futuro não é apenas tecnológico — é também ético e humano: como garantir que o uso de dados respeite direitos fundamentais e preserve a dignidade no trabalho?

➡️ Até onde a tecnologia deve ir na definição do que é justo dentro das empresas?


💬 Comente abaixo: até onde a tecnologia deve ir no controle do trabalho?


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